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Nascidos para somar:

testemunhos de Irmãos Maristas
  • Ir. Fabrício Barbosa
    Ir. Fabrício Barbosa
    Hoje, como Irmão Marista, eu me sinto feliz por fazer parte de uma família que cuida de outras famílias.

    Eu me sinto realizado quando estou no meio das crianças e dos jovens, ajudando-os, de alguma forma, a encontrarem e/ou a darem um novo sentido para suas vidas. Gosto de ver no sorriso das crianças e dos jovens a presença amorosa de Deus e a presença acolhedora de Maria. Obrigado, Senhor, pelas graças que tem me dado, sobretudo, por me fazer conseguir chegar aonde cheguei!

    À Boa Mãe, Maria, peço que sempre esteja em meus caminhos, ajudando e intercedendo junto a Deus pela minha vida e pela minha vocação. A Champagnat, nosso fundador, a minha eterna gratidão por ter colocado em minha vida os Irmãos Maristas, que tanto me ajudam em tantas coisas, de tantas formas.

    Se você quer saber se sou feliz na escolha que fiz, digo que sim, e muito! Como não seria se, como Irmão, posso contribuir com a obra Marista, fazendo de seu carisma meu projeto de vida?! Fazer Jesus Cristo conhecido e amado entre crianças, jovens e adultos, eis o que alegra meu coração e me realiza como homem consagrado a Deus!
  • Ir. Wagner Rodrigues da Cruz
    Ir. Wagner Rodrigues da Cruz
    O Instituto Marista, do qual me orgulho de fazer parte, existe para também dar dignidade às crianças e aos jovens. Sinto que nossa vocação é para algo grande, para uma missão que só se cumprirá se formos capazes de pensar além, de incluir mais, de amar mais, de sermos mais capazes de fazer o bem na vida de todo mundo.

    Sou muito feliz e agradecido por tudo o que tenho vivido e recebido em todos os momentos de minha vida. A gratidão é o pão que tem me alimentado e que tento retribuir na fraternidade com os Irmãos. Estou feliz até aqui e, ao mesmo tempo, sinto que ainda falta algo, quero mais. Espero mais do mundo, da vida, dos jovens, da instituição, de mim mesmo.

    São Marcelino Champagnat não piscou para mim, não tive nenhum sonho no qual ele me chamava. Minha história comunga com a história Marista, é fato, e devo dizer que já tentei diferenciar uma coisa da outra, mas não foi mais possível. Vivo isso há 20 anos e não me arrependo do sim que dei já há tanto tempo.

    Se fosse para começar novamente eu não faria igual, porque a gente é criativo e inovador e pode fazer diferente a cada nova etapa da vida. Porém, recomeçaria apostando tudo, outra vez, na mesma causa, na mesma vocação e no mesmo propósito de vida!
 
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