As configurações de cookies neste site são definidas para que possamos dar-lhe a melhor experiência enquanto estiver aqui. Se desejar, você pode alterar as configurações de cookies a qualquer momento em seu navegador. Ao continuar navegando você concorda com a nossa política de privacidade.
Rejeitar
Aceitar
-
+

Nascidos para somar:

testemunhos de Irmãos Maristas
  • Ir. Roque Plinio Loss
    Ir. Roque Plinio Loss
    Em 22 de dezembro, deste ano, farei 88 anos! Natural do Espírito Santo, sou marista desde 1955, e, portanto, são 68 anos, vivendo a missão marista!. Hoje, sinto-me muito feliz em ser marista, passei por muitos problemas de saúde, familiares, congregacionais, mas, eis me aqui!

    Dediquei-me à missão marista, seja como professor, pastoral juvenil e vocacional. Trabalhei na favela do Borel, no Rio de Janeiro, com moradores de rua, e em lugares de muita pobreza nas missões de solidariedade. Fui formador para a missão marista, e na preparação de casais para o casamento, etc.

    Na UFMG, cursei História Natural, de 1964 a 1967, no qual tive matérias relacionadas às Ciências Biológicas, como as não biológicas - Mineralogia, Geologia, Paleontologia. Na UFLA, cursei pós-graduação em Farmacologia. Na área da Pedagogia, cursei matérias de Administração Escolar e outras pela UFSC.

    Também procurei sempre atualizar-me na área da Teologia e ciências correlatas em cursos esporádicos, nas universidades católicas da UCMG e UCPA. Gosto muito de ler e escrever artigos relacionados à realidade que estamos vivendo, no sentido de levar as pessoas a refletir sobre a possibilidade de um mundo melhor.
  • Ir. Wagner Rodrigues da Cruz
    Ir. Wagner Rodrigues da Cruz
    O Instituto Marista, do qual me orgulho de fazer parte, existe para também dar dignidade às crianças e aos jovens. Sinto que nossa vocação é para algo grande, para uma missão que só se cumprirá se formos capazes de pensar além, de incluir mais, de amar mais, de sermos mais capazes de fazer o bem na vida de todo mundo.

    Sou muito feliz e agradecido por tudo o que tenho vivido e recebido em todos os momentos de minha vida. A gratidão é o pão que tem me alimentado e que tento retribuir na fraternidade com os Irmãos. Estou feliz até aqui e, ao mesmo tempo, sinto que ainda falta algo, quero mais. Espero mais do mundo, da vida, dos jovens, da instituição, de mim mesmo.

    São Marcelino Champagnat não piscou para mim, não tive nenhum sonho no qual ele me chamava. Minha história comunga com a história Marista, é fato, e devo dizer que já tentei diferenciar uma coisa da outra, mas não foi mais possível. Vivo isso há 20 anos e não me arrependo do sim que dei já há tanto tempo.

    Se fosse para começar novamente eu não faria igual, porque a gente é criativo e inovador e pode fazer diferente a cada nova etapa da vida. Porém, recomeçaria apostando tudo, outra vez, na mesma causa, na mesma vocação e no mesmo propósito de vida!
 
X
Você será atendido por um especialista.

Para agilizar o andamento, preencha os seus dados abaixo.